A Ciência do Folclore, Rossini Tavares de Lima, Editora Martins Fontes, 2003, capa brochura, 234 páginas, muito bem conservado.
Código: SG1448t
Cadastro: 29/09/2024
Preço: R$ 18,00
::: A teoria da cultura espontânea formulada por Rossini Tavares de Lima é o resultante de uma experiência largamente vivenciada ao lado do povo cantante, dançante, contador de estórias e causos, supersticioso e profundamente religioso, temente a Deus e a forças adversas, imaginárias na maioria das vezes. As características do brasileiro são aqui reveladas pelos seus usos e costumes, pelos seus "modos de pensar, sentir e agir". Sua formação musical teve papel decisivo para as análises que nos legou das cantigas e na classificação dos instrumentos musicais folclóricos. :::

Antologia do Folclore Cearense, Florival Seraine, Edições UFC, 2ª edição, 1983, capa brochura, 356 páginas, bem conservado, mas com degastes na capa, contracapa e lombada, carimbo de livraria na folha de anterrosto, recortes levemente amarelecidos e com manchas amareladas no alto do recorte lateral.
Código: AM6037n
Cadastro: 29/09/2024
Preço: R$ 35,00
::: José de Alencar (1829-1877) :: Guilherme Studart (1856-1948) :: Rodrigues de Carvalho (1862-1955) :: Júlio C. Monteiro (1867-1933) :: José Carvalho (1872-1933) :: Ildefonso Albano (1885-1957) :: João Nogueira (1877-1946) :: Gustavo Barroso (1888-1959) :: Leonardo Mota (1891-1948) :: Martinz de Aguiar (1893-1974) :: e mais :::

Folclore: entre a prática e a teoria, entre o fazer e o poder, Eduardo Antonio Bonzatto, Editora Ícone, 2010, capa brochura, formato 17x12cm, 199 páginas, muito bem conservado.
Código: FC7521w
Cadastro: 29/09/2024
Estoque: 03
Preço: R$ 14,00
::: O autor cita que a ideia deste livro surgiu de uma recusa: não aceito de maneira alguma a categoria "povo". Sobretudo porque esse "universal" foi construído para homogeneizar as relações e experiências que são sempre únicas, conferindo aos grupos acordos e vínculos expressos tanto pelo efêmero quanto pelo permanente, numa equação que jamais se repete. O povo não existe! Nem tampouco o popular, o senso comum, o vulgo. É uma forma de empacotar a diversidade numa embalagem de cristal: pode até ser bonito, mas nada diz, nada informa, exceto o vazio assustador de seu reflexo. Junto com a categoria "povo", o folclore nasceu para aprisionar aquelas experiências sob um rótulo sempre pejorativo, porque rótulo de subalternidade e de menosprezo, ainda que sob as máscaras da curiosidade e do paternalismo, ou, mais recentemente, do consumo analgésico de cultura popular. :::
Nenhum comentário:
Postar um comentário